Allumina Membrana Regeneradora

Allumina

A Allumina é uma membrana altamente biocompatível, com alta plasticidade e totalmente oclusiva, utilizada na separação e isolamento tecidual segundo o princípio da regeneração guiada.

As principais características e diferenciais da ALLUMINA são:

  • Fácil instalação e remoção.
  • Maior isolamento tecidual.
  • Ótimo isolamento periférico.
  • Oclusividade de superfície e periférica.
  • Permite exposição, garantindo a regeneração.
  • Autofixável – não requer parafusos de fixação.
  • Autossustentável – cria o espaçamento na área a ser regenerada sem
  • necessidade de apoio extra (efeito tenda).
  • Plasticidade, rigidez e resistência controladas pelo cirurgião.
  • Três espessuras com propriedades diferentes.
  • Possui a melhor textura para o contato celular.
  • Alta biocompatibilidade.
  • Histofilia – exerce atração celular.
  • Quando exposta, permite a remoção não cirúrgica.
  • Não exposta pode ser facilmente removida com mínima invasividade.

 

Veja no FAQ abaixo outras informações relevantes.

Aplicação da Allumina

Allumina
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Perguntas frequentes sobre a Allumina (FAQ)

A Allumina é uma membrana aloplástica, utilizada nos procedimentos cirúrgicos segundo os princípios biológicos da regeneração guiada para a separação e isolamento tecidual, em pacientes com perda de tecidos duros e moles.

A Allumina funciona à semelhança das membranas naturais do organismo como, por exemplo, o periósteo. Ela:

  • isola direta e perifericamente a área a ser regenerada.
  • faz a retenção do coágulo ou outro substrato associado no espaço do defeito ósseo.
  • cria referencial para o crescimento celular.
  • interfere passivamente no processo regenerativo. Não induz reações no organismo.
  • permite o repouso da área e, ainda, controla outros pontos de forma a guiar o processo regenerativo.
  • Fácil instalação e remoção.
  • Maior isolamento tecidual.
  • Ótimo isolamento periférico.
  • Oclusividade de superfície e periférica.
  • Permite  exposição, garantindo a regeneração.
  • Autofixável – não requer parafusos de fixação.
  • Autossustentável – cria o espaçamento na área a ser regenerada sem necessidade de apoio extra (efeito tenda).
  • Plasticidade, rigidez e resistência controladas pelo cirurgião.
  • Três espessuras com  propriedades diferentes.
  • Possui a melhor textura para o contato celular.
  • Alta biocompatibilidade.
  • Histofilia- exerce atração celular.
  • Quando exposta, permite a remoção não cirúrgica. Não exposta pode ser facilmente removida com     mínima invasividade.

A instalação facilitada, a fixação no local, a estabilidade, o repouso da ferida, a capacidade de formar um espaçamento (tenda)  e o selamento periférico são devidos  às suas propriedades físicas. Estas permitem que a forma, resistência e a rigidez possam ser moduladas de acordo com a necessidade.

– Selamento periférico único – sua plasticidade e ao mesmo tempo enrijecimento, permitem um selamento completo nos bordos, impedindo o acesso celular e bacteriano perifericamente.

Apresenta três espessuras (fina, média e grossa) que permitem ao cirurgião a escolha da  plasticidade, rigidez e resistência iniciais ideais requeridas em cada caso.

Com relação ao isolamento celular e bacteriano ela apresenta ainda:

– Total oclusividade –  protege o local a ser regenerado da penetração direta celular e bacteriana e ainda perifericamente.

Deve-se começar a aplicação da Allumina sempre pela membrana média. Esta espessura tem todas as propriedades descritas de maneira mais evidente e mais uniforme. As espessuras fina e grossa têm algumas propriedades reduzidas e outra exacerbadas, para serem usadas em situações especiais. São indicadas para quando o cirurgião, já experiente com o material, quer explorar de forma mais intensa os seus limites e, assim, aproveitar os seus extremos.

O primeiro e grande princípio da RGT – regeneração tecidual guiada, é o isolamento da área a ser regenerada, impedindo o aporte de células indesejáveis e, no caso da cavidade oral, também de micro-organismos. Para que isso ocorra, a membrana tem de ser totalmente oclusiva e ainda conseguir um selamento periférico eficaz.

Lundgren, Sennerby e Nymam, precursores e criadores das bases da ROG- regeneração óssea guiada, afirmaram que, “apesar de desde os primeiros trabalhos de regeneração guiada tecidual ter se preconizado o uso de membranas perfuradas, este trabalho demonstrou que nos casos de formação óssea, além do esqueleto, só se obtém resultados previsíveis com membranas totalmente oclusivas”. (Lundgren D, Lundgren AK,  Sennerby L, Nyman S. Augmentation of intramembraneous bone beyond the skeletal envelop using an occlusive titanium barrier. An experimental study in the rabbit. Clin Oral Implants Res 1995; 6(2):67-72).

As membranas porosas que afirmam terem poros seletivos, deixando passar por eles só o que se deseja, cometem um grave equívoco, enganando, pois não é verdade, mas apenas apelo comercial. Ainda não existe nenhum produto que possa selecionar o que passa por ele dessa maneira: Deixar passar células desejáveis como as CMND, pré-osteoblastos, etc., e impedir células do tecido conjuntivo fibroso, epitelial, ou bactérias.

As bactérias são menores do que estas células e, portanto, na verdade, passam pelos poros com maior facilidade. Não há nenhuma evidência documentada dessa condição até o momento, é somente argumento comercial equivocado, sem fundamento científico.

Em princípio sim, mas com o uso de técnicas adequadas de retalhos e suturas essa diferença cai para quase zero. Além disso, as vantagens nos outros aspectos superam em muito essa condição.

A exposição de uma membrana porosa, mesmo que mínima, invisível ao exame clínico, pode levar à contaminação bacteriana do local da ROG. Ao contrário, a membrana oclusiva, mesmo que esteja amplamente exposta, continua protegendo o local a ser regenerado. Trabalhos clássicos comprovam este aspecto. A Allumina tem estudos clínicos de exposições intencionais ou não, controlados além de 18 meses sem nenhuma contaminação do local da regeneração. Ela é uma membrana feita para poder se expor.

Devido a sua capacidade de encruamento, isto é, de se endurecer à medida que é deformada; ela adquire muita resistência e pode manter um espaçamento no defeito por si só, sem o auxílio de parafusos de sustentação ou outro recurso.

Faça dobras ou amasse a membrana criando a forma que deseja ou enrugando-a.- Assista ao Vídeo.

À medida que ela se deformar, ela irá se enrijecer e ganhar resistência mecânica. Isto permite criar o espaçamento desejado e a sua manutenção no local.  A Allumina é a única membrana que permite que o operador altere suas características físicas, tornando-a mais ou menos rígida. A Allumina endurece à medida que é deformada, isto é, sua estrutura se enrijece de acordo com as alterações no posicionamento molecular (fenômeno de encruamento). O operador pode utilizar esta propriedade da membrana manuseando-a e deformando-a para torná-la mais ou menos rígida e, com isto, obter mais espaçamento ou mais selamento.  Ela pode moldar-se facilmente e depois ficar com a forma definida, tornando-se rígida proporcionalmente à deformação sofrida. Desta forma, sua fixação ao local dispensa o uso de parafusos ou tachinhas, reduzindo os custos e facilitando a instalação e a remoção. Esta característica também dá ao operador a condição de modular de acordo com a necessidade a rigidez e a resistência mecânica da membrana. É a única membrana capaz de permitir esta ação e este controle, o que é, em termos cirúrgicos, um enorme diferencial.

Devido à sua alta plasticidade inicial, ela se adapta facilmente a qualquer irregularidade do local, e à medida que vai enrijecendo, ela mantém a sua forma e se prende no local sem necessidade de nenhum dispositivo de fixação.

A Allumina reúne em um só produto o maior número de propriedades e características que ajudam, agilizam e garantem os melhores resultados em regeneração óssea e periodontal. Ela é o padrão ouro das membranas para regeneração. Além disso, ela reduz os custos e facilita sua aplicação e remoção, pois dispensa o uso de dispositivos adicionais como parafusos e tachas de fixação, parafusos de sustentação, telas de titânio etc.

A membrana de colágeno não tem a mesma função que a Allumina. Elas têm diferentes indicações e uma não exclui a outra. Em muitos casos, o uso concomitante das duas é altamente indicado, como é o caso em cirurgias do seio maxilar. A membrana de colágeno não atende a vários pontos cardeais da regeneração e, apesar de em alguns casos ela alcançar bons índices de regeneração, ela não o faz com a segurança e a previsibilidade desejada ou necessária. Com a Allumina, a reprodutibilidade dos resultados é muitas vezes mais garantida.

Além disso, o preço é algo muito relativo, depende da relação custo-benefício e neste caso ela é altamente favorável à Allumina, pois o pouco mais que se paga retorna em segurança, confiabilidade, garantia de resultados e satisfação do profissional e paciente.

Conforme já relatado, a Allumina é o padrão ouro das membranas, comprovado por testes laboratoriais, estudos em animais e ensaios clínicos. Ela está no mercado há mais de 25 anos, isto é, já passou na prova do tempo. Nestes anos já se viu muitas outras membranas entrarem e saírem do mercado e só ficaram as que realmente tem resultados. Esta prova é dura e verdadeira.

As membranas muito lisas e sem deformação rígida, sofrem micromovimentos e alteram o processo osteogênico. As células MND e os pré-osteoblastos precisam de condições muito favoráveis para se diferenciarem em osteoblastos, e um dos pontos mais importantes é o repouso. Nas fraturas ósseas, por exemplo, o movimento impede totalmente a osteogênese. As membranas de PP, PTFE, Poliglatina, etc., não atendem a todos os requisitos da RGT, oferecendo somente alguns e, dessa maneira, apesar de terem resultados, elas não atingem os índices de segurança e previsibilidade da Allumina.

Quanto ao preço, aplica-se o mesmo conceito informado no item anterior, isto é, o preço é algo muito relativo, depende da relação custo-benefício e neste caso ela é altamente favorável à Allumina, pois o pouco mais que se paga retorna em segurança, confiabilidade, garantia de resultados e satisfação do profissional e dos pacientes.

O papel cirúrgico é uma cópia da membrana, que auxilia na obtenção do modelo para se recortar e se obter a desejada. O papel deve ser colocado completamente hidratado e bem amolecido  sobre o local a ser isolado, adaptando-se facilmente ao rebordo ósseo e contornando o defeito.  Com o auxílio de um instrumento de ponta fina, como uma rugina ou uma pinça, pressiona-se sobre o papel no contorno que se deseja recorta-lo. Ao se fazer o movimento e a pressão sobre o papel, o sangue penetra entre as suas fibras marcando o contorno do recorte. Retira-lo do local, recortar com a tesoura e retornar ao local para o ajuste final. Após se obter a forma desejada, coloca-lo sobre a membrana e fazer o seu recorte. Este procedimento reduz a manipulação da membrana, facilita a obtenção de sua forma, evita erros e perda da membrana e reduz a sua contaminação.

Toda membrana tem algum tipo de limitação, dependendo do que se deseja fazer com ela.  Não se pode exigir do material além do que ele pode dar. Quanto ao uso, não há restrições ou limitações. A Allumina pode ser usada irrestritamente.

A Allumina é composta de um núcleo de alumínio grau médico e um revestimento especial de cerâmica; a alumina, nome genérico do Al2O3. Esta camada cerâmica na Allumina  é obtida de forma especial para que tenha alta biocompatibilidade e histofilia, tornando a sua relação com o organismo a melhor possível em termos de biomaterial.

Além disso, ela recebe um tratamento de superfície de descontaminação à semelhança do que se usa nos implantes e uma texturização que lhe dá uma superfície com macro, micro e nano características ideais para o crescimento celular.

A Allumina é indicada em todos os procedimentos onde se deseja guiar a regeneração tecidual, óssea, periodontal ou de tecidos moles. É utilizada principalmente em defeitos ósseos pós-exodontias, traumáticos, periodontais,  peri-implantares, sequelas de patologias como cistos e tumores, fenestrações e deiscências ósseas e periodontais.  Sua utilização adequada pode reduzir muito os enxertos ósseos preparatórios para os implantes fazendo-se o aumento da crista óssea por regeneração. Também deve ser usada concomitantemente com os implantes, principalmente com a instalação imediata.

A indicações de acordo com a espessura são:

Como escolher a espessura ideal da Allumina

Fina – com alto grau de plasticidade e baixa resistência, é indicada quando se deseja maior selamento, contornando as irregularidades do local em defeitos pequenos que não necessitam de arcabouço, dado pela membrana.

Média – com grau médio de plasticidade e resistência, é indicada quando se deseja se criar ou manter um maior espaçamento no local da RGT e ainda se obter o selamento periférico;

Grossa – membrana mais rígida, com baixa plasticidade e alta resistência, é indicada como arcabouço ou suporte em defeitos ósseos mais extensos ou mais críticos dos maxilares. Devido às suas características, o seu selamento periférico é baixo. Por isso, muitas vezes quando necessário, a membrana grossa deve ser recoberta pela membrana fina para se obter o selamento periférico necessário.

Não é absolutamente necessário, mas aumenta a sua molhabilidade e consequentemente a histofilia inicial ao se coloca-la no organismo. A cópia em papel cirúrgico deve ser molhada até se hidratar completamente, para facilitar a sua adaptação no defeito e a sua modelagem.

Assista no site, www.biomacmed.com.br, ou acesse nosso canal no Youtube o vídeo de manipulação da membrana (Hands On Allumina) e algumas cirurgias.

Consulte também o livro: Cruz M. Regeneração Guiada Tecidual, Santos Ed, 2006 e as Instruções de Uso.

A Allumina é a membrana com a melhor manuseabilidade de todas do mercado mundial. Faça primeiramente a modelagem do papel cirúrgico, em seguida coloque-o sobre a membrana, recorte-a com a tesoura a faça sua adaptação ao local digitalmente, utilizando as mãos, pinças ou ruginas. Procure explorar bem a sua capacidade plástica de se deformar e o seu aumento da rigidez para obter o máximo de isolamento periférico e de estabilidade.

Assista no site, www.biomacmed.com.br, ou acesse nosso canal no Youtube o vídeo de manipulação da membrana (Hands On Allumina) e algumas cirurgias.

Consulte também o livro: Cruz M. Regeneração Guiada Tecidual, Santos Ed, 2006 e as Instruções de Uso.

A extensão da membrana dependerá muito do tipo de defeito que se estará corrigindo, das condições da crista óssea e da habilidade do cirurgião. O ideal é que a membrana ultrapasse de 1mm a 2mm os limites do defeito ósseo para se obter o isolamento, mas há casos em que deve se estender um pouco mais para ganhar melhor estabilidade e fixação.

Assista no site, www.biomacmed.com.br, ou acesse nosso canal no Youtube o vídeo de manipulação da membrana (Hands On Allumina) e algumas cirurgias.

Consulte também o livro: Cruz M. Regeneração Guiada Tecidual, Santos Ed, 2006 e as Instruções de Uso.

O fechamento primário é importante em qualquer processo regenerativo. O cirurgião deve dominar técnicas de retalho e sutura para reduzir ao máximo as exposições, mas, se elas ocorrerem, a total oclusividade da Allumina impede a contaminação direta do local a ser regenerado. Nos casos de regenerações próximas a dentes, a exposição pode permitir a infiltração de micro-organismos pelas áreas dos dentes. Por isso, o selamento periférico é também muito importante, e na Allumina, ele é o mais eficiente de todas  as membranas. Uma informação importante é que nenhuma membrana deve ser INTENCIONALMENTE DEIXADA EXPOSTA. Não há evidencias publicadas que justifiquem ou comprovem isso. O fechamento primário da ferida cirúrgica reduz os riscos e aumenta a segurança dos resultados.  Assim, o exposição nunca deve ser intencional, mas quando for inevitável, ela deve ser bem administrada pelo cirurgião.

Depende das condições locais:

Sem exposição de 3 a 6 meses, dependendo do que se deseja após a regeneração. Nas regenerações peridontais, deixar a membrana por no mínimo 3 meses.  Caso se deseje um osso mais maduro e/ou em regenerações mais amplas, como por exemplo para posteriormente se instalar implantes, deixar pelo maior tempo.

Com exposição fazer a avaliação da relação custo-benefício entre a perda de tecido mole e a proteção da regeneração, considerando um mínimo de permanência de 10 dias, tempo da diferenciação celular. Se todos os fatores estiverem sob controle, ela pode permanecer exposta pelo tempo que se desejar,devendo obedecer os prazos indicados como se fosse sem exposição.

Alguns estudos mostram a membrana exposta por mais de um ano, sem causar problemas.

Sim. Se houver exposição, basta remove-la delicadamente com uma pinça tipo College, Mosquito ou Mathieu. Também pode-se utilizar uma sonda exploradora para desloca-la. Os tecidos não se aderem na membrana e a sua remoção é então facilitada. Esta é outra vantagem de sua total oclusividade que não permite a aderência tecidual pelo crescimento intersticial, como as membranas porosas que são de difícil remoção, pois os tecidos se entrelaçam entre suas fibras ou poros.

Depende do tempo que ela permaneceu no local. Se for no tempo mínimo de 10 dias, haverá o tecido de granulação já se diferenciando. Após 3 meses, haverá osso formado recoberto por tecido fibroso que é a camada fibrosa isolante do periósteo.

Não. Em nenhuma situação deve-se curetar ou suturar o local. Deixar o processo cicatricial seguir espontaneamente e acompanha-lo. Provavelmente em 3 dias haverá cobertura epitelial de toda a área.

Manter a membrana livre de movimentos e de micro-organismos, nos casos de sua exposição. Nos casos fechados, orientar o paciente para não interferir no local com a mastigação ou escovação traumática.

A instalação dos dentes provisórios, se não exercerem pressão no local, e se não impedirem a devida higienização só trazem benefícios protegendo ainda mais a região.

Apenas o coágulo é suficiente como substrato para a formação tecidual, mas, dependendo do defeito, ele não tem condições de se manter estável no local, podendo se retrair ou deslocar. Com isso,  ele pode perder volume e não ocupar toda a área a ser regenerada. Assim, nestes casos, deve-se usar um pouco de osso orgânico bovino para se obter a estabilidade do coágulo.

Assista no site, www.biomacmed.com.br, ou acesse nosso canal no Youtube o vídeo de manipulação da membrana (Hands On Allumina) e algumas cirurgias.

Consulte também o livro: Cruz M. Regeneração Guiada Tecidual, Santos Ed, 2006 e as Instruções de Uso.

Não. Devido às suas características físicas de plasticidade e enrijecimento, a Allumina é capaz de se fixar e se estabilizar em qualquer local sem a ajuda de parafusos ou tachinhas. Em alguns locais onde não há irregularidades na crista que facilitam a sua fixação, isto é, o osso é muito liso, deve-se fazer uma extensão da membrana prendendo-a em algum local próximo. Esta característica reduz os custos, facilita a instalação e a remoção da membrana.

Não. A Allumina é de uso único e não deve ser guardada para uso posterior. Ela passa por um rigoroso tratamento de superfície, que inclui descontaminação total e absoluta de sua superfície, criando ótimas condições para a regeneração. Se for contaminada, não há maneira de retrata-la fora das condições laboratoriais da fábrica.

Não. Instrumentos utilizados normalmente em cirurgias como pinças, curetas, tesoura e demais instrumentos com os quais o cirurgião está acostumado poderão ser usados, desde que permitam a sua correta manipulação. No entanto, há um kit específico para se utilizar em procedimentos regenerativos que facilita e agiliza estes procedimentos.

Consulte o catálogo do kit RGT

A Allumina apresenta-se em forma de lâminas com 30mm X 25mm (Standard) e 50mm x 30mm (Plus), em três espessuras para serem utilizadas de acordo com as condições locais. Como vimos no quesito 18 cada uma oferece características diferentes para atender a todas as necessidades da clínica.

Acompanha a Allumina uma cópia em papel cirúrgico com as mesmas dimensões, para se fazer a modelagem sobre o local onde será aplicada.

Porque é a única membrana que reúne em um só produto o maior número de condições favoráveis à regeneração. Ela atende a todos os pontos cardeais da regeneração guiada tecidual.  Além disso, seus resultados estão bem documentados com estudos laboratoriais e ensaios clínicos ao longo de 25 anos. Ela já passou na prova do tempo e por isso se pode confiar.

Sim. A regeneração guiada tecidual é um dos maiores coadjuvantes na técnica dos implantes, principalmente nestes casos de implantação imediata ou em áreas de defeitos ósseos. A Allumina incrementa o processo regenerativo e protege a osseointegração de forma eficaz e segura.

Depois de aberta a embalagem e exposta a membrana, é recomendável que se utilize a Allumina imediatamente, isto é, no tempo cirúrgico, pois mesmo em ambiente limpo pode ocorrer a contaminação de sua superfície e como consequência reduzir o sucesso do procedimento. Suas propriedades e características de superfície são obtidas sob severas e controladas condições ambientais e, por isso, não se deve deixa-la exposta por muito tempo sob o risco de se perder estas características.

Mantenha a Allumina mergulhada em soro fisiológico, em um recipiente absolutamente limpo e estéril na mesa cirúrgica. Manuseá-la o mínimo possível fora do local e evitar contato com áreas da mucosa e da boca que não seja o local onde se deseja colocá-la. Evitar qualquer contaminação no lado da membrana onde se deseja a regeneração.

A manipulação e a instalação inadequada do produto podem interferir no processo regenerativo, ocasionando redução ou anulação dos índices de regeneração desejados. O profissional deve estar familiarizado com os princípios da Regeneração Guiada e capacitado tecnicamente para a utilização do produto.

Os dois lados da Allumina são exatamente iguais e ambos podem estar voltados para o local a ser regenerado. No entanto, após a escolha do lado interno, não se deve mais mudar e deve-se tocar neste lado o mínimo possível.

Em caso de descarte de produto vencido e não utilizado, tratar como RSS Grupo D.

Após utilização, se removido do paciente, tratar como RSS Grupo A4 de acordo com o PGRSS adotado, em conformidade com a norma RDC/ANVISA nº 306/2004.

As embalagens devem ser fisicamente descaracterizadas e acondicionadas como Resíduo do Grupo D, podendo ser encaminhadas para processo de reciclagem.

A Allumina está contraindicada onde os princípios da regeneração guiada tecidual não podem ser aplicados por razões locais ou sistêmicas.

Sim. As características físicas e químicas, as qualidades diferenciais, eficácia e efetividade da Allumina estão baseadas em evidências científicas obtidas por meio de estudos laboratoriais como crescimento celular sobre a sua superfície, estudos de regeneração e de toxicidade em animais, ensaios de resposta celular em humanos e ensaios clínicos e relato de casos, publicados em periódicos nacionais e internacionais, e um livro de texto, com documentação clínica de mais de 15 anos de uso.

Confira nossas Publicações Científicas

Ela foi desenvolvida no Clinest- Centro Clínico de Pesquisa em Estomatologia, pelos pesquisadores Dr. Mauro Cruz, CD, MS, PhD e Dr. Clóvis da Cruz Reis, CD, EPD,EO, nos primórdios da técnica da Regeneração Tecidual Guiada, na década de 80. A primeira publicação apresentando-a a comunidade científica foi por meio de Nota Prévia em 1991, após já cinco anos de testes e estudos clínicos (Cruz M, Reis CC, Silva VC. Nota prévia: Utilização da Alumina® AL2O3 como filtro biológico na regeneração guiada dos tecidos(RGT). Odontol Mod. 1991; 18(5): 20.).

Sim. Apesar de comercialmente ela estar no Brasil, alguns trabalhos foram realizados em diferentes centros clínicos e universidades de outros países como Alemanha, Áustria e  Chile.

Depoimentos

  • “Tivemos muitas oposições por conta do implante Bioform, do osso bovino para a regeneração, da membrana oclusiva Allumina, mas a verdade apareceu, valeu cada segundo de luta porque agora estamos com a casuística anos e anos à frente. Agora com o Proheal, vamos definitivamente estar em todos os sistemas de implante do mundo.”

    Tenho muito orgulho de ser da família Bioform e mais ainda de ser consultor científico da BiomacMed.

    Obrigado pela confiança.

    Prof. Dr. Dênio Lúcius Lopes da Silva
  • “Em nome da UNINCOR , dos Professores e alunos da pós graduação em Implantodontia gostaria de agradecer a presença da sua equipe e dizer que as palestras foram de altíssimo nível com professores preparados e atualizados . Exploraram o tema de forma simples e esclarecedora. Mais uma vez, um muito obrigado e esperamos contar com vocês para outras turmas que virão.”

    Prof. Dr. Robinson Silveira da Mata
  • “Ao longo de minha trajetória na Odontologia, aprendi muito de nossa profissão com essa família de profissionais, clínicos competentes, pesquisadores e ainda mais agora, de empreendedores.“

    Agradeço a atenção, a leitura das publicações, o uso e a divulgação desses produtos.

    Prof. Dr. José Mondelli

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Produto Biomacmed Allumina